30.1.13
Depois ou antes de tudo...
13.12.12
Silenciar
Há quanto tempo não há silêncio dentro de ti?
Uma vida sem silêncio dificilmente consegue falar, pois é no silêncio que são tecidas as palavras, quase ao modo de filigrana, unindo cada fio de relação, de encontro, numa pequena “teia” que se configura como uma peça de ‘arte’, a arte de ser…por inteiro…por dentro…para todos…com todos. (p. Luis Miranda)
7.12.12
Onde está a diferença?

3.12.12
A espera...
29.10.12
Mil palavras...
Eu, "uma cidadã das letras e palavras", levei um bálsamo deste filme, nada que já não soubesse, mas muito do que me esqueço e o mundo me faz esquecer. Gosto do meu silêncio, que incomoda tanta gente, eu cá gosto... Porque ouço palavras muitas horas por dia!
4.10.12
Recomeços de vida

20.9.12
God Bless You!
Como sempre, entrei e sentei-me nas calmas. Três paragens a seguir entrou uma Irmã (freira, entenda-se) de hábito branco e lenço preto com uma mala tipo trolley. A mala do mais engraçado que já vi e que me prendeu logo o olhar. Junto às rodinhas umas luzes amarelas e vermelhas reluziam pelo chão acinzentado do autocarro. Fez-me sorrir!
E pensei como é bom ver cores no meio do cinzento... Já o meu pensamento ia avançado nesta reza da vida quando vi 3 rapazes, dos seus 20 e poucos anos, com ar estrangeiro entrarem no dito autocarro.
Loiros, os três de calções e um lenço bem amarrado no cimo da cabeça: amarelo, azul e vermelho, respetivamente. Fizeram-me lembrar as imagens dos hippies em loucos anos 60. Curiosamente colocaram-se de pé junto à irmã. E eis que à minha vista surgia uma verdadeira foto repleta de ideais, crenças, diferenças e contradições.
Mas o inesperado acontece! Na paragem do Terreiro do Paço a irmã resolve sair e a mala parecia estar mais pesado do que quando entrou. Fez o movimento para a levantar e uma travagem mais brusca leva ao desequilibrio que culmina nos braços do "jovem hipie"... Riram os dois!
Sorrisos trocados e seguiu-se uma disponibilidade pronta da parte do jovem que pegou na mala e a transportou para fora do autocarro.
A irmã abriu o sorriso e do lado de fora do autocarro gritou: God Bless You! A que o jovem respondeu com um sorriso e um adeus sentido.
Mundos que se cruzaram num simples ato de ajuda e onde os sorrisos quebraram o gelo que tantas vezes é barreira. Barreira que começa logo no exterior!
29.8.12
A caminho, sempre!
16.4.12
Dia Mundial da Voz

13.4.12
É isto a Páscoa!
30.3.12
Março, marçagão...
Valha-nos a serenidade escondida lá no fundo, em reserva, valha-nos os alentos vindos de fora e valha-nos o bom humor que cultivamos a cada minuto.
8.3.12
Ser mulher...
Quantas morrem saudosa duma imagem
3.3.12
24.2.12
Em quarentena...

20.2.12
A bom ritmo
Foi dia de São Valentim e os namorados fizeram-se notar... Eternos namorados todos aqueles que, casados ou não, conseguem viver o sentimento maior... Este meu dia iniciou de forma melódica com uma entrevista, que mais parecia uma conversa amistosa, com um músico e compositor português, Rao Kyao. O som da sua flauta pautou este dia que terminou em forma de Cupido!
E a semana não parou... Mais se seguiram que ficarão para novos posts... O fim de semana teve bom sabor e a serenidade desejada... E por estes dias de Carnaval resta a lembrança de dias de folia e o ritmo da música carnavalesca a soar a qualquer altura...
Sempre gostei de alegria e folia... Sempre gostei de me mascarar e dançar... Toda a mística de Carnaval que se vive em amizade nos deixam motivos para avançar todo o ano...
A música, o calor, as cores, as máscaras, o ambiente, os risos, os disfarces, as serpentinas e confettis, a pintura ou o adereço... Em "tempo de cabeças cabisbaixas" é bom esquecer tudo e soltar a gargalhada, a princesa, fada ou bruxa, arlequim ou palhaço que há em cada um de nós... nem que seja só 3 dias por ano... Like! :)
8.2.12
50 anos de história...

3.2.12
27.1.12
Monjas, sabiam que existem?
Esta semana abriram-se os portões de uma comunidade de religiosas, as monjas dominicanas (http://www.monjasoplisboa.com), para eu respirar do ar que ali se vive... O portão encarnado esconde um páteo repleto de cores e sons. As flores garridas puxam-me o olhar e as abóboras espalhadas dão-me a mão até à infância...De "outro mundo" também são as bolachinhas de aveia, de fabrico próprio, que, como diz a irmã que me recebeu, em jeito de brincadeira "pode provar porque os doces das irmãs não engordam"...
Doce de laranja ou de figo também é encontrado lá à venda e mesmo lúcia-lima para fazer chá... tudo criado no mosteiro...
17.1.12
Intra...
Podem alguns pensar que sim mas eu acho que a cada dia que passa mais sinto falta de momentos de serenidade, em que me sento sem me levantar, em que vejo sem observar, em que sinto como se não sentisse... Difícil de explicar...
Hoje sinto-me "intra"... Poderia percorrer cada célula de mim (não serão muitas em 156cm...) e perceber que hoje estão ligadas sem se falarem, apenas sentem em conjunto. Sou extrovertida por natureza mas hoje há qualquer coisa de intra que falou mais alto...
Os dias de reboliço em que tenho vivido dão-me prazeres imensos de encontro, família, amizade, gratidão, sinceridade e outras maravilhas da vida... Foram dias envolvidos de cores, de crianças, de encontros e novidades, de celebrar a vida!
Hoje comecei por aí... celebrar e valorizar a vida... o que a vida me trouxe e com a qual me queixo tantas vezes... Porque sou uma privilegiada que a cada dia vê o mar e o rio, a luz de Lisboa e seus monumentos, o Cristo Rei que me abraça cada vez que o olho... os simples sorrisos e as palavras de quem conheço bem ou simplesmente o olhar de quem conheço mal.
Aos 17 dias de janeiro o sol brilha lá fora, o frio gela-me as mãos e eu, olho para dentro, como se o dia de hoje tivesse sido tirado para a introspeção... há dias assim, intra!
6.1.12
Ao início do ano...








