29.8.12
A caminho, sempre!
16.4.12
Dia Mundial da Voz

13.4.12
É isto a Páscoa!
30.3.12
Março, marçagão...
Valha-nos a serenidade escondida lá no fundo, em reserva, valha-nos os alentos vindos de fora e valha-nos o bom humor que cultivamos a cada minuto.
8.3.12
Ser mulher...
Quantas morrem saudosa duma imagem
3.3.12
24.2.12
Em quarentena...

20.2.12
A bom ritmo
Foi dia de São Valentim e os namorados fizeram-se notar... Eternos namorados todos aqueles que, casados ou não, conseguem viver o sentimento maior... Este meu dia iniciou de forma melódica com uma entrevista, que mais parecia uma conversa amistosa, com um músico e compositor português, Rao Kyao. O som da sua flauta pautou este dia que terminou em forma de Cupido!
E a semana não parou... Mais se seguiram que ficarão para novos posts... O fim de semana teve bom sabor e a serenidade desejada... E por estes dias de Carnaval resta a lembrança de dias de folia e o ritmo da música carnavalesca a soar a qualquer altura...
Sempre gostei de alegria e folia... Sempre gostei de me mascarar e dançar... Toda a mística de Carnaval que se vive em amizade nos deixam motivos para avançar todo o ano...
A música, o calor, as cores, as máscaras, o ambiente, os risos, os disfarces, as serpentinas e confettis, a pintura ou o adereço... Em "tempo de cabeças cabisbaixas" é bom esquecer tudo e soltar a gargalhada, a princesa, fada ou bruxa, arlequim ou palhaço que há em cada um de nós... nem que seja só 3 dias por ano... Like! :)
8.2.12
50 anos de história...

3.2.12
27.1.12
Monjas, sabiam que existem?
Esta semana abriram-se os portões de uma comunidade de religiosas, as monjas dominicanas (http://www.monjasoplisboa.com), para eu respirar do ar que ali se vive... O portão encarnado esconde um páteo repleto de cores e sons. As flores garridas puxam-me o olhar e as abóboras espalhadas dão-me a mão até à infância...De "outro mundo" também são as bolachinhas de aveia, de fabrico próprio, que, como diz a irmã que me recebeu, em jeito de brincadeira "pode provar porque os doces das irmãs não engordam"...
Doce de laranja ou de figo também é encontrado lá à venda e mesmo lúcia-lima para fazer chá... tudo criado no mosteiro...
17.1.12
Intra...
Podem alguns pensar que sim mas eu acho que a cada dia que passa mais sinto falta de momentos de serenidade, em que me sento sem me levantar, em que vejo sem observar, em que sinto como se não sentisse... Difícil de explicar...
Hoje sinto-me "intra"... Poderia percorrer cada célula de mim (não serão muitas em 156cm...) e perceber que hoje estão ligadas sem se falarem, apenas sentem em conjunto. Sou extrovertida por natureza mas hoje há qualquer coisa de intra que falou mais alto...
Os dias de reboliço em que tenho vivido dão-me prazeres imensos de encontro, família, amizade, gratidão, sinceridade e outras maravilhas da vida... Foram dias envolvidos de cores, de crianças, de encontros e novidades, de celebrar a vida!
Hoje comecei por aí... celebrar e valorizar a vida... o que a vida me trouxe e com a qual me queixo tantas vezes... Porque sou uma privilegiada que a cada dia vê o mar e o rio, a luz de Lisboa e seus monumentos, o Cristo Rei que me abraça cada vez que o olho... os simples sorrisos e as palavras de quem conheço bem ou simplesmente o olhar de quem conheço mal.
Aos 17 dias de janeiro o sol brilha lá fora, o frio gela-me as mãos e eu, olho para dentro, como se o dia de hoje tivesse sido tirado para a introspeção... há dias assim, intra!
6.1.12
Ao início do ano...
31.12.11
24.12.11
Um Santo Natal!
23.12.11
Fleur? :)

22.12.11
O Natal não calha nada bem este ano...
Foi precisamente assim há dois mil anos. Na época as coisas estavam bem piores que hoje. Também havia imensas dificuldades, os impostos dos romanos eram enormes e a situação económica desastrosa. Nem havia lugares na hospedaria. As condições dificilmente podiam ser piores.
Mas as condições nada têm a ver com o Natal. O Natal é outra coisa: «Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu em volta deles; e tiveram muito medo. O anjo disse-lhes: “Não temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo”» (Lc 2, 9-10).
O mesmo anúncio é feito há dois mil anos, em tempos de paz e de guerra, em épocas de prosperidade e desgraça, em fases calmas e turbulentas. Há dois mil anos que o Natal calha sempre, e por isso calha nas situações mais variadas. Raramente calha bem. Mas o que interessa é que calhe.
O anúncio é sempre igual. A única diferença está na resposta. Sabemos o que aconteceu então: «os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém, para ver o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer”» (Lc 2, 15). Como será a nossa resposta este ano? Esta é a única dúvida que existe no Natal.
18.12.11
(A)colher Advento
O frio tem-me tirado a vontade de digitar letras, palavras, frases, histórias... Mas o advento está a acabar e passo a passo chegamos perto da estrela que mais brilha!
Este tempo de preparação, como assim é chamado, este ano teve sabor agri-doce (será que já disse isto alguma vez aqui?)... O sabor da corrida dos dias, da falta de tempo, das crises que nos sufocam, as palavras que não foram ditas, os sorrisos que ficaram por dar torna tudo mais cinzento...
Mas o calor dos encontros e reencontros com que polvilhámos este tempo dão-nos a graça de vigiar, confiar, exultar, acolher nestas 4 semanas o Deus menino naqueles que são nossos amigos. Partilhámos momentos e alegrias, conversas e presentes (estarmos presentes foi o presente), ofereci presépios e chás de natal.
Acolhi palavras que me aproximaram do presépio, partilhas de quem espera um bebé como Maria há 2000 anos, velas solidárias que iluminam cidades, domingo de famílias, sorrisos de quem passa a vida a fazer sorrir...
Episódios que neste advento passaram a correr mas que aqui ficam eternizados e na minha memória encontram lugar. Porque afinal este tempo é para isso, uma conversão, uma nova versão de cada um...
Um tempo de paragem e de olhar para o lado... e saborear estes últimos dias que faltam para também eu, tu, nós... sermos presépio! :)







