Chego à noite de domingo e olho para trás...Embalada pelo (ad)Vento vou deixar-me ir neste desafio... que só sei dizer que SIM!

Chego à noite de domingo e olho para trás...

Texto retirado de: www.destak.pt
O stress não aparece caído do céu. (...) Aliás, basta uma viagem na Internet para fazer o diagnóstico: irritabilidade, maior sensibilidade às críticas, dificuldade em adormecer e depois em acordar de manhã, dificuldades de concentração, morder as unhas ou ser “apanhado” por um tique qualquer, a lista continua.
Os conselhos para quebrar o ciclo vicioso também são simples, desde que consiga parar, inspirar, contar até três e decidir-se a aceitar ajuda, a fazer uma coisa de cada vez, a pegar num papel e numa caneta e escrever uma lista de todas as tarefas e no final riscar as que podem ficar para a semana, dizer os nãos que for preciso, sem adiar o problema.
Paralelamente dê a si mesmo a oportunidade de fazer alguma coisa de que realmente gosta: ver TV, receber uma massagem, dar um passeio de bicicleta, molhar os pés nas poças, desligar os telefones e mergulhar num bom livro. A alternativa é fazer a sua vida, e a dos que o rodeiam, num inferno.
Gostei do texto... mas este final... Deixa-me apreensiva... Se não estou bem não vou querer que os outros fiquem como eu... ou pior! Bem pelo contrário! Porque não fazê-los sentir bem, sorrirem, para eu também me sentir um pouco melhor?



Não vou contar pormenores... porque sei quem ainda vai ver... e, por isso, que sintam os formigueiros da surpresa...
Regressei depois para o embalo... deixei-me embalar nas surpresas, no cheiro a maresia, nos novos sabores, novas paisagens e novas caras...
Embalei-me no descanso e desfrutei das maravilhas. Embalei-me na música e deixei-me ir a rir...
Parei o relógio mesmo! E arranquei com um tempo novo... as férias servem mesmo para isso! =)
Já de regresso o céu lançou um presente... entre nuvens cinza e azul surgiu um misto de cores, brilhante e completo: o arco-íris vislumbrava-se ao olhar de quem passava. Parei. Observei.
Tentei olhar como aquela miúda pequena e corada que olhava para o "céu com cores"... E desejei que cada dia também fosse um pouco de cor e de céu!
